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Voltar 04 de Setembro de 2019

Campanha Setembro Amarelo quer conscientizar população sobre prevenção ao suicídio


Campanha "Setembro Amarelo - Vamos dar as Mãos" quer conscientizar população sobre prevenção ao suicídio

A campanha "Setembro Amarelo - Vamos dar as Mãos" foi lançada nesta terça-feira. O mês foi escolhido para conscientizar a população sobre a prevenção do suicídio, principalmente de crianças e adolescentes.

Durante a campanha, escolas, abrigos, unidades de internação e espaços públicos vão receber diversas atividades socioeducativas para alertar sobre a depressão, suicídio e outros problemas relacionados a saúde mental. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) o suicídio é a terceira causa de óbito entre os jovens de 15 a 29 anos, ficando atrás de violência interpessoal e acidentes de trânsito. 

Se você precisa de apoio emocional, não hesite em buscar ajuda. O Centro de Valorização à Vida oferece atendimento voluntário para as pessoas com pensamentos suicidas por meio do telefone 188, e também via chat, email ou presencialmente. Para mais informações acesse cvv.org.br 

 

A importância de se falar a respeito do suicídio


Apesar de o assunto ser delicado, é importante conversamos sobre o suicídio e maneiras como preveni-lo. Muitas pessoas pensam que esse ato é uma realidade distante e que afeta poucas pessoas, mas, infelizmente, os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram o contrário. De acordo com a OMS, a cada 40 segundos, uma pessoa morre por suicídio em algum lugar do nosso planeta. Isso significa que, em um ano, mais de 800 mil pessoas perdem sua vida dessa forma.

As causas do suicídio são variadas e, segundo o CVV, especialistas identificam transtornos mentais na maior partes das pessoas que se suicidam ou que tentam fazê-lo. Dentre os principais transtornos observados, destacam-se a depressão na forma simples, a depressão na forma bipolar, a dependência química e a esquizofrenia.

Entretanto, não podemos afirmar que todas as pessoas que cometem suicídio apresentam esses transtornos. Não podemos nos esquecer de que, muitas vezes, o suicídio acontece de maneira impulsiva diante de algumas situações muito impactantes e inesperadas da vida, como final de relacionamentos, perda de pessoas queridas, abusos ou mesmo crises financeiras. O suicídio também é comum em pessoas que sofrem discriminação, como refugiados, imigrantes, gays, lésbicas, transgêneros e intersexuais.

Quando entendemos que o suicídio é uma realidade e que pode afetar pessoas a nossa volta, fica mais claro que é fundamental conversamos a respeito. Os suicídios podem ser evitados desde que tenhamos conhecimento sobre seus sintomas, suas causas e formas de evitá-lo.

Fonte: Assessoria


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