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Voltar 01 de Dezembro de 2020

1º de dezembro - Dia Mundial de Luta Contra a Aids


 

Aids é uma doença, até o momento, sem cura, causada por um vírus que afeta o sistema imunológico: o vírus da imunodeficiência humana (HIV). Essa doença teve seus primeiros registros no início da década de 1980, sendo que, no Brasil, o primeiro registro oficial foi feito em 1982.

Apesar de conhecermos a doença por mais de 30 anos, novos casos ainda surgem, muitas pessoas morrem em decorrência de complicações dela, e as pessoas que são diagnosticadas com aids ainda enfrentam preconceito e discriminação. Sendo assim, o Dia Mundial de Luta Contra a Aids é um momento para falarmos sobre prevenção, tratamento e amor ao próximo.

Dia Mundial de Luta Contra a Aids

Na década de 1980, o diagnóstico positivo de HIV era motivo para pânico e uma garantia de morte rápida. Além disso, o preconceito e a discriminação contra os soropositivos eram muito maiores que nos dias atuais. Várias pessoas com o vírus viram suas famílias sendo desfeitas, seus empregos ameaçados e seus amigos simplesmente sumirem.

Em 1987, cerca de 200 mil pessoas protestaram durante a Conferência Internacional de Aids em Washington, e um grande mosaico de colchas foi feito para homenagear as vítimas dessa doença. Essa movimentação foi essencial para a criação do Dia Mundial de Luta Contra a Aids. 

A data, comemorada todo ano, no dia 1º de dezembro, foi estabelecida, pela Assembleia Geral da ONU e pela Organização Mundial de Saúde, como uma forma de conscientizar a população sobre a doença, e é comemorada desde 1988.

Apesar de hoje a grande maioria da população conhecer as formas de transmissão da doença e entender que não existem grupos de risco, muito preconceito envolve os portadores de HIV. Sendo assim a data ainda funciona como uma forma de diminuir a discriminação e de quebrar muitas concepções erradas sobre a doença.

Ter HIV e ter aids é a mesma coisa?

Nem sempre uma pessoa portadora do HIV está com aids. Dizemos que o paciente está com a doença apenas quando se encontra em estágio avançado da infecção pelo vírus. Como sabemos, o HIV é responsável por atacar o sistema imune, deixando a pessoa muito vulnerável a doenças. Em estágios avançados da infecção, portanto, a pessoa enfrenta uma maior frequência de infecções oportunistas, que podem também se complicar mais facilmente do que em uma pessoa sem a doença.

Vale destacar que soropositivos podem viver vários anos sem desenvolver o problema, tendo uma vida praticamente normal. Isso não significa, no entanto, que essas pessoas não possam transmitir a doença. Apesar das manifestações não ocorrerem, o vírus está presente no corpo do paciente, sendo fundamental, portanto, que comportamentos de risco sejam evitados a fim de impedir a sua transmissão para outras pessoas.

 


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